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O MEDO DA
MONOGRAFIA
A monografia incide
no tratamento de um exclusivo assunto, ou seja, a fabricação de
um texto, pelo estudante. O método do trabalho científico deve
ser notado na ampliação do trabalho do acadêmico.
Decisivamente, a
monografia foi feira como forma de aprimoramento do futuro
profissional, ou seja, uma maneira de dar independência ao
pesquisador. Após a monografia, na prática da profissão, a
entrada às fontes informativas seria muito simplificada. Mas,
talvez por autoridade de explicações erradas, não são difíceis
as afirmações de que a monografia apareceu como um obstáculo
para a entrada na vida profissional e que ela não passa de um
protocolo a ser quebrado pelos maus alunos, os quais podem até
encomendá-la para impedir empenhos ou esconder a própria
ignorância.
Sob o ponto de vista
do monografista, a monografia deve ter uma meta. Como nenhum
estudo pode ser feito sem uma meta pré-estabelecida, qual seria
o da monografia? A resposta não pode ser resumida para impedir
erros.
Os questionamentos
sobre os exageros de teoria ou de prática na monografia logo
aparecem e evitam o progresso dos trabalhos do estudante. Aqui,
após provocado ou pela sua própria astúcia, deve entrar em ação
o mestre. Ele olha as características do assunto optado e sugere
a dominação do seu estudo teórico ou prático. É óbvio que não
deve ser uma obrigação do orientador, isso porque a atuação do
aluno nas determinações sobre seu assunto auxilia a criar uma
maior inclusão para as duas partes interessadas, o que é
saudável.
A teoria não sugere
uma visão superficial do assunto, inventando monografias
superficiais e panorâmicas. A ausência de intensidade não dá a
noção adequada do assunto optado e não pode receber permissão
para a defesa pública, a qual vai demonstrar o aluno e o
orientador. As relações do assunto selecionado com outros
institutos devem ser uns elementos do trabalho, não devendo ele
nunca ser sintetizado nisto, já que isso levaria à mentirosa
idéia de assunto inexplorado.
O TCC (ou Trabalho
de Conclusão de Tema) está entre as maiores prioridades daqueles
que finalizam seus estudos e procuram se firmar na vida
profissional.
Assim podemos
intensificar o estudo que leva um estudante a decidir ou se
manter indeciso pela escolha do tema a ser dissertado.
Vamos analisar
alguns estágios da apresentação a banca examinadora do
estudante para descobrir por onde ele já passou e em que lugar
poderá chegar ao produzir esse trabalho.
Quais são os pontos
negativos do TCC, e quais os maiores medos que o estudante sente
ao produzir esse tipo de projeto?
A primeira grande
dificuldade é descobrir sobre o que falar que empresa utilizar
como modelo e qual será o objetivo do projeto. Podem-se dizer
que essa é realmente uma das maiores dificuldades, pois é nesse
momento que o aluno deve descobrir qual é a área de sua formação
que mais se identifica, analisar quais as matérias que mais
gostou em seu tema e, finalmente, perceber o que gostaria de
fazer da sua vida profissional.
Passado o susto e o
pânico inicial, o aluno descobre, após mais ou menos um mês, que
existiram disciplinas interessantes no seu tema, e o segundo
medo aparece como que num passe de mágica: o estudante percebe
que apesar de ter passado por matérias que poderiam ajudá-lo,
não aproveitou as oportunidades de aprendizado como deveria.
E surge então, o
terceiro pânico: toda leitura que precisa ser feita em um ano, e
que deveria ter sido realizada em quatro ou cinco anos de tema
em uma graduação, ou dois anos em uma pós-graduação.
Depois do terceiro
pânico, as coisas começam a melhorar e o aluno - futuro
profissional -, passa a perceber com suas leituras que
aproveitou a faculdade mais do que imaginava que aprendeu mais
do que esperava, e que sua tema “tem lá sua importância”.
Mais tarde
descobre-se que essa insegurança é a que todo o ser humano sente
ao longo da vida: o medo de sempre achar que poderia saber mais,
que poderia estudar mais e que deveria ser melhor.
O que nos remete à
evolução de um profissional que têm objetivos e procura
alavancar sempre sua apresentação à banca examinadora sem
estagnar em uma zona de conforto.
A partir desse
momento, o nosso “futuro profissional de sucesso” passa a
enfrentar os desafios quase que reais de um tema: desenvolver
planejamentos completos para um projeto; pesquisar; analisar a
empresa; estudar a concorrência; entender o mercado, enfim, tudo
o que deve ser encarado em uma vida profissional.
Além disso, possuir
objetivos, metas e cumprir prazos mostram ao estudante uma
realidade fria, em que não é possível atrasar um projeto e
“tirar uma nota menor”.
Na vida
corporativa, se atrasarmos um trabalho correremos o risco de
perder o cliente, e é esse tipo de amadurecimento que o jovem
profissional experimenta na fase de seu TCC.
Ao final desse
árduo trabalho, ainda existe a apresentação em público, grande
medo de quase todos, num momento delicado de importante virada
da vida. A mudança de estudante, para profissional.
É, realmente, não é
nada fácil passar por esse processo. Mas o que se descobre ao
concluí-lo? Muitos descobrem sua apresentação a banca
examinadora profissional, outros percebem que podem utilizar o
seu tema mais do que imaginavam, e todos, sem exceção, possuem o
mesmo sentimento: orgulho do dever cumprido, do trabalho
realizado e do amadurecimento visível que sofrem durante esse
processo.
Não é por acaso que
me emociono com meus alunos a cada conclusão de trabalho. Assim
como acompanho os pais chorando com orgulho do filho criado.
Sinto ainda a cada novo momento que os profissionais de amanhã
estão passando hoje pelo mesmo processo e que isso só trará
benefícios para sua vida futura.
Quando pensamos em
TCC, logo nos deparamos com o processo de enfrentamento que nos
conduz a realização do final de tema. Isso nos remete a entender
a difícil arte de se concluir um tema e também nos vem a mente a
difícil tarefa de encontro com o mercado de trabalho que nos
espera. Pensando nisso, o primeiro capítulo apresentará as
questões vividas.
Escolher um tema
para o TCC é, provavelmente, uma das coisas mais difíceis para
um pesquisador iniciante, uma vez que um estudante de graduação
geralmente não acumulou o volume de informações necessário para
tal iniciativa.
Um bom começo,
portanto, é conhecer o que outros já fizeram, visitando
bibliotecas onde seja possível encontrar monografias de
conclusão de tema, dissertações de mestrado e teses de
doutorado.
Tais trabalhos podem
servir como fonte de inspiração, além de familiarizar o aluno
com os aspectos formais, teóricos e metodológicos do trabalho
científico.
A SOSMONOGRAFIA.COM repudia a prática do plágio e principalmente
a usurpação das idéias dos autores. Para isso oferecemos o curso
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